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A rapariga do autocarro

14
Mai21

Neta de Bruxa parte 2

"Não foram as bruxas que queimaram.
Foram mulheres.
Mulheres que eram vistas como:
Muito bonitas,
Muito cultas e inteligentes,
Porque tinham água no poço, uma bela plantação (sim, sério),
Que tinham uma marca de nascença,
Mulheres que eram muito habilidosas com fitoterapia,
Muito altas,
Muito quietas,
Muito ruivas,
Mulheres que tinham uma forte conexão com a natureza,
Mulheres que dançavam,
Mulheres que cantavam,
ou qualquer outra coisa, realmente.
Qualquer mulher estava em risco de ser queimada nos anos 1600.
Mulheres eram jogadas na água e se podiam flutuar, eram culpadas e executadas. Se elas afundassem e se afogassem, eram inocentes.
Mulheres foram jogadas de penhascos.
As mulheres eram colocadas em buracos profundos no chão.
Por que escrevo isso?
Porque conhecer nossa história é importante quando estamos construindo um novo mundo.
Quando estamos fazendo o trabalho de cura de nossas linhagens e como mulheres.
Para dar voz às mulheres que foram massacradas, para dar-lhes reparação e uma chance de paz.
Não foram as bruxas que queimaram.
Foram mulheres." - Fia Forsström.
“Não foram bruxas, não eram bruxas...
O que é ser bruxa?
Porque o termo ainda hoje é demonizado?
Todas as vezes que nós mulheres nos conectamos com nossa sabedoria, com o amor e o poder de curar, somos chamadas de bruxas.
Somos desencorajadas a prosseguir...
As pessoas sentem medo, ficam desconfortáveis quando uma mulher está disposta a se colocar a serviço do amor e deixar que isso a cure e cure a todos que precisarem.
Não é conveniente que sua Luz acorde a Luz de outras pessoas e que todas elas percebam que a salvação é reconhecer o Divino em si.
A Luz veio ao mundo através de uma mulher...
A vida chega através de nós ...
Deixo aqui uma reverência a mulher forte, a mulher frágil, a mulher que vive em você e o desejo de que ela brilhe e siga os apelos do seu coração. Assim espalharemos cura para este mundo e este tempo.”

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