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A rapariga do autocarro

27
Mar14

E os dentes partidos, não?

Estacionar em segunda fila já não coisa bonita, mas fazê-lo e gozar com os outros….pode ser um desporto perigoso!

 

Lá vinha eu no bendito autocarro, em paz com a minha alma, quando tudo se complica na altura em que ele tem que virar à direita. Como as pessoas ainda não podem levar o carro para dentro do café, estacionam mesmo à porta, como convém. Mas naquele caso a estupidez e falta de civismo foram levadas ao extremo. O autocarro não conseguia fazer a curva, e o motorista lá apitou, apitou e apitou.

 

O carro não estava vazio. Estava uma figura feminina no lugar do condutor. E o que é que ela fez?, perguntam vocês, minhas abelhinhas polinizadoras? Ali ficou! A passar as mãos pelo  cabelo... A mirar-se ao espelho... – “Eu sou boa, muito boa!”

Dentro do autocarro já alguém bufava: “Abra a porta que eu vou lá partir-lhe a tromba!”

 

 “Andar com o carro uns metros para frente não, que posso partir uma unha!!!” – E depois, finalmente, lá veio o seu queridinho com o saquinho de pãezinhos quentes... ou seriam croissants?!

 

Bem, ninguém ficou a saber, mas se o motorista tem aberto a porta acho iriam voar alguns. E é assim que, todos os dias, há pessoas que continuam a achar que o mundo gira à volta do umbigo delas!

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