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A rapariga do autocarro

27
Fev15

Também há dias felizes

Também há dias felizes

À segunda entro às 16H00, à terça 14H00, quarta às 08H00, quinta às 08H00 e sexta às 14H00, na semana seguinte baralha-se e é tudo ao contrário! É um horário que é um espetáculo para a nossa sanidade mental. Sabemos sempre a hora de entrar, mas a hora de sair já é bem diferente, porque o serviço pode surgir instantes antes de ir para casa.

O Grau de prontidão é sempre total, quando se trabalha em determinadas secções as exigências são maiores, e eu pertenço a uma que bastante exigente.  Não me estou a queixar, faço o que mais gosto, é um trabalho que motiva e desmotiva, mas cada dia  é um dia, e todos os dias são diferentes.

Os números são negros, alto índice de suicídios, divórcios e depressões, muito por falta de apoio da própria instituição, somos mais considerados números do que pessoas, as coisas estão a mudar, mas ainda falta melhorar em muitos aspetos.

Depois há os dias em que colegas morrem porque não desistiram…

19
Fev15

O que andava a ler #02

 

 

Não me sinto muito à vontade a falar sobre os livros que leio, porque muitas vezes falta-me português para tal!

O meu poder de síntese é tal, que basicamente se resume, ao gosto, ou não gosto!

Ora o escritor Steven Saylor  é um apaixonado pelo império Romano e como tal muitas das suas obras passam-se nesse período. Gordiano, o descobridor é o personagem que nos acompanha nas suas obras. Basicamente Gordiano é o Sherlock Holmes lá do sítio!

Em “O Abraço de Némesis” , Gordiano é chamado à villa de Marco Crasso o mais rico cidadão romano para trazer à justiça os culpados pela morte do supervisor da propriedade. Tudo aponta para que tenham sido dois escravos a cometer o crime, e pela lei romana nenhum deve ficar vivo depois do enterro do seu senhor. Gordiano tem  7 dias até ao funeral para provar que não foram os escravos a cometer o crime e evitar um massacre de inocentes.

Neste livro, viajamos até ao Império Romano, aos seus costumes e leis, à falta de humanidade que havia para com os escravos, para quem gosta deste período aconselho vivamente este escritor.

Há momentos em que pensamos que o homem em dois milénios ainda não evoluiu nada!

14
Fev15

Não, não brinco ao carnaval.

Não me perguntem porquê, mas nunca gostei do carnaval.

Lembro-me de me ter mascarado uma outra vez em miúda porque era normal os miúdos da aldeia brincarem ao carnaval, mas cedo me deixei dessas carneiradas.

Ontem foi o desfile da escola do meu pequeno, como qualquer mão dedicada lá fui acompanhar o petiz, não foi fácil, afinal parece que quem sai aos seus não degenera, e o Gabriel não estava nada entusiasmado com a festa. Lá foi mascarado de morceguito, mas um pouco a contra gosto, vamos lá a ver como será o próximo ano.

Acho alguma piada ao carnaval do Brasil, todas aquela plumas, os carros gigantes e as operações plásticas mal sucedidas!!!!

 

05
Fev15

Eu e os trabalhos manuais

 

 Sim, também eu já tive uma fase em que fiz algumas coisitas, mas depois nasceu o Gabriel e o tempo esfumou-se!!!

 

Embora esta foto esteja de lado, (não a consigo colocar direita, azelhice minha) esta peça é uma pregadeira feita com missangas e arame!

Fiz várias flores que hei-de desencantar lá em casa para vos mostrar um dia destes!!!

Aprendi a fazer isto com um manual que trouxe de França há cerca de 10 anos , na altura nunca tinha feito nada, nem achava que tivesse geito, mas fiquei encantada com a beleza das flores, e como sou uma apaixonada pelas mesmas não exitei em trazer o manual!