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A rapariga do autocarro

27
Mai14

The Killing

Haja alguém que arranje um guada-roupa em condições à Linden, porque eu já não aguento aquelas camisolas de malha horrorosas!

A mim dá-me vontade de cortar os pulsos só de olhar! Até eu me visto um bocadinho melhor às vezes!

 

 

  
26
Mai14

E agora algo que não interessa nada....

Desde que me lembro que gosto de perfumes e dos seus frascos. Muitos dos que comprei foi justamente pelo frasco! Os de Lolita Lempicka são uma perdição! Nunca me fidelizei a nenhum aroma, gosto de muitos, e vou variando consoante o estado de espírito. 

 

Mas como bem diz o provérbio - “Em casa de ferreiro, espeto de pau.”- também eu, a maior parte das vezes, não uso sequer perfume, o que me levou a cortar definitivamente com compras por impulso. Agora só compro mesmo se gostar muito, afinal acumulei centenas de frascos cá em casa! Há um perfume que nunca consegui usar, “Vanderbilt” de Gloria Vanderbilt: há uns bons anos atrás era muito popular e cada vez que lhe sentia o cheiro ficava cheia de náuseas. Ainda hoje só de ver o frasco me vem à memória o cheiro!

 

Por estes dias vou variando entre o “Miss Dior Chérie”, vários da Chanel (“Coco Mademoiselle”, “Chance”, “Coco Noir”) ou ainda o “Flower” by Kenzo.

 

              

 

             

21
Mai14

Um livro extraordinário

Andava eu a namorar os meu livros, porque adoro ficar ali a olha para eles –  a ver qual será o próximo a ser lido, ou a ver se algum está a fazer procriação – quando os meus olhos passam pela lombada deste livro:

 

 

 

E então lembrei-me de como este romance me surpreendeu. Comprei-o por ser barato – 5€, o preço que todos os livros deviam ter –  e por gostar da capa, porque sou daquelas que compra muitos livros pela capa!

Smithson Ide é um quarentão, sem grandes espectativas da vida, que, após uma sucessão de perdas na sua família, se lança numa aventura pela América, em cima da sua bicicleta Raleigh.

 

Um livro tão simples que nos fica na memória para sempre. Se por ventura se cruzarem com ele não o deixem escapar, vale mesmo a pena.

19
Mai14

Nós, os Pobres.

Estava eu a ver TV quando passam mais uma reportagem sobre os novos pobres e a pobreza escondida.

 

Então lamentava-se a (suposta) pobre que agora só fazia uma refeição de carne ao peixe por dia (não por semana, por dia!) e que à noite era sempre sopa. Dizia ela que nunca comeu tanta sopa como agora! Outro sinal de “pobreza” era o filho levar para a escola pacotes de leite achocolatado em vez de iogurtes, “eu não lhe digo que não pode levar iogurtes porque agora somos pobres”! (Ou será que  a mulher não sabe fazer compras?)

 

A minha alma ficou parva com tamanha desfaçatez desta mulher! Mais, fiz uma descoberta importante: toda a minha vida fui pobre e não sabia! 

Na casa dos meus pais nunca houve luxos, mas nunca nos faltou comida. Sopa era o prato do dia, não se passava um em que não se fizesse sopa lá em casa. Era pelo que esta “pobre de espírito” devia ter passado para não chegar ao estado mental a que chegou!

 

Cá em casa continuamos a comer sopa à noite por vários motivos, assunto sobre o qual já vos aqui falei num post anterior do Autocarro.

 

Muito boa gente andava sempre a comer fora enquanto tinham uns tostões, esbanjavam o que tinham e o que não tinham... é normal que agora – como diz Margarida Rebelo Pinto, essa escritora muito reputada e personagem da nossa praça pública – tenham de fazer um “downsizing do seu lifestyle” e comer sopa, em casa, vários dias por semana! Abram os olhos! 

 

Isto é fazer pouco dos que realmente estão pobres: casais desempregados que se vêem a braços com frigoríficos vazios e filhos por alimentar. Digo-vos uma coisa: fiquei parva de como uma pessoa se vem intitular “pobre” nestas condições!

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